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Por trás de todas as estranhezas, seu tema principal não poderia ser mais básico. Sua resposta não poderia ser mais direta.
Os papéis que desempenhamos diante da sociedade e os que interpretamos entre quatro paredes, quando dois adultos consentem.
Com sua versão de “Nosferatu”, Eggers dilui os seus talentos cinematográficos em explicações e burocracias desnecessárias.
Em “Senna”, o piloto nunca é um homem. Ele é um mito. No anseio nostálgico pela simplicidade, só aceitamos heróis unidimensionais.
O que torna a arte interessante são os esquisitões.
Terror da A24 representa o que as mulheres enfrentam nas redes sociais, com desconhecidos que surgem do nada e exigem atenção.
As obras dos diretores Ridley Scott e Francis Ford Coppola como reflexões artísticas diante da finitude da vida.
Sob quilos de prostéticos, Colin Farrell dá vida a um vigarista asqueroso que é capaz de tudo. Não, não é a cinebiografia de Donald Trump.
Quando tudo nos obriga a consumir as mesmas coisas e ter as mesmas opiniões, o grotesco é um abre-alas para a divergência passar.
Baseada em fatos reais, estreia de Anna Kendrick como diretora aborda o pacto da masculinidade.
Criação de "conteúdo" e como o crítico cultural se diferencia de um hater qualquer.
Como os filmes "Pisque Duas Vezes" e "A Substância" lidam com temas feministas, incluindo o horror corporal.